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2 Sensual Dsearch%search3lerotica-beautiestsensual%20swapping%20illustrated%20partner7searchc Sensual md Massaggiatrici e Massaggiatrici rhsearch Chicks e1s Massaggiatrici asearch search Massaggiatrici o Chicks ysearche, elabora: "Enquanto o resto de nós estava dormindo, Cher esteve por aí pelas últimas quatro décadas vivendo cada uma de nossas fantasias de infância. [...] Cher encarna uma liberdade sem remorso e uma coragem que alguns de nós pode apenas aspirar."[296] Segundo o escritor Paul Simpson em seu livro The rough guide to cult pop, seu hit de 1972 "The Way of Love" pode ser interpretado como "o amor de uma mulher por outra mulher ou como uma mulher dizendo adeus para um homem gay".[297] Cher é frequentemente imitada por drag queens. Thomas Rogers, da revista Salon.com, comentou que "drag queens imitam mulheres como Judy Garland, Dolly Parton e Cher porque elas superaram os insultos e dificuldades em seus caminhos para o sucesso, e porque suas histórias espelham a dor que muitos homens gays sofrem em seus caminhos para sair do armário".[298] A atuação de Cher como uma lésbica no filme Silkwood (pela qual ela foi creditada por ter sido uma das primeiras atrizes a oferecer um retrato positivo de uma lésbica em um filme), sua transição para a dance music e o ativismo social nos anos recentes contribuíram ainda mais para ela se tornar um ícone gay.[299][300]
Seu filho mais velho, Chaz Bono (Chastity Bono antes da transição para o sexo masculino), assumiu-se lésbica aos 17 anos, causando sentimentos de "medo, culpa e dor" em Cher.[301] No entanto, ela logo veio a aceitar a orientação sexual de Chaz, e chegou à conclusão de que as pessoas LGBT "não têm os mesmos direitos que todas as outras, [e eu] achei que isso fosse injusto".[302] Cher foi a oradora principal na convenção nacional Parents, Families, & Friends of Lesbians and Gays (PFLAG) em 1997.[301][302] Desde então, ela se tornou uma das principais defensoras dos direitos da comunidade gay.[300] Em 11 de junho de 2009, Chaz Bono se tornou um indivíduo transgênero, e sua mudança para o sexo masculino foi legalmente concluída em 7 de maio de 2010.[303]
Em 1998, Cher foi agraciada pelo GLAAD Media Awards (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation) com o Vanguard Award, prêmio oferecido aos membros da comunidade do entretenimento ou da mídia que fizeram ganhos significativos na promoção da igualdade de direitos para gays e lésbicas.[300] Em novembro de 1999, a revista The Advocate a nomeou uma das "25 mulheres mais legais".[304] Em outubro de 2005, o programa de televisão do canal Bravo Great Things About Being... elegeu Cher como "a melhor coisa sobre ser gay".[299] O escritor William J. Mann comentou em seu livro Gay Pride: A Celebration of All Things Gay and Lesbian que "Nós estaremos dançando [as músicas de] uma Cher de noventa anos de idade quando nós estivermos com sessenta. Apenas observe."[305] Na lista dos "Dez maiores ícones gay" formada pelo site Digital Spy em 2007, foi dito que "o comediante americano Jimmy James estava certo quando fez a seguinte observação: 'Depois de um holocausto nuclear, apenas restarão as baratas e Cher'".[306] O sitcom da NBC Will & Grace reconheceu sua posição ao torná-la o ídolo do personagem gay Jack McFarland. Cher fez participações como convidada especial no seriado duas vezes: em 2000, quando Jack a confundiu com uma sósia drag queen, e em 2002, quando ela apareceu para Jack em um sonho ambientado no céu.[307]
Cher se relacionou com o ator Warren Beatty no início da década de 1960.[3] Ela conheceu Sonny Bono em 1962, e eles se casaram informalmente em Tijuana, México, em 27 de outubro de 1964.[308][309] O casamento começou a ruir anos depois, como conta Michelle Green, da revista People: "Sonny a traiu repetidas vezes. [... Ele] tentou desesperadamente ganhá-la de volta, dizendo a ela que queria casar e começar uma família." Eles se casaram oficialmente logo após ela dar à luz sua única filha juntos, Chastity Bono (agora legalmente nomeada Chaz Bono, após mudança de sexo), em 4 de março de 1969.[310] Cher e Sonny se separaram em 1972; eles continuaram morando juntos, porém, cada um com seus respectivos parceiros.[50][311] Sonny escreveu em seu diário: "Nós ainda temos um programa de televisão, e o público ainda acha que somos casados [...]. Connie [Foreman, sua parceira na época] e eu vivemos juntos como marido e mulher. Mas minha esposa pública ainda é a Cher, [... e] é assim que tem que ser."[50] Cher e Sonny se divorciaram oficialmente em 27 de junho de 1975.[66]
Durante o processo de separação de Sonny, Cher se envolveu em um relacionamento de dois anos de duração com o executivo musical David Geffen. Ela disse, mais tarde: "Eu fui a primeira pessoa com quem ele dividiu sua cama e sua vida. As pessoas não acreditam nisso, ou não querem acreditar, ou não entendem como poderia ser [Geffen se revelaria homossexual anos depois]. Mas nós éramos realmente loucos um pelo outro." Geffen foi responsável por livrá-la de seus acordos contratuais com Sonny, que a obrigavam a trabalhar exclusivamente para a Cher Enterprises, uma empresa que ele controlava.[312] Em 30 de junho de 1975, três dias após concluir seu divórcio de Sonny, Cher se casou com o músico de rock Gregg Allman.[311] Em 9 de julho, após nove dias de casamento, ela pediu o divórcio, por causa dos problemas de Gregg com heroína e álcool. Ela disse, mais tarde, que, quando o chamou para dizer que o casamento havia terminado, "Ele estava tão bêbado que nem sequer me entendeu". Allman logo se livrou do vício, e eles retomaram o casamento em menos de um mês.[313] Eles tiveram um filho, Elijah Blue Allman, em 10 de julho de 1976.[82] Eles se divorciaram definitivamente em 16 de janeiro de 1979.[314]
Cher revelou ter flertado com o ator Marlon Brando e com o cantor Elvis Presley durante a década de 1970. Sobre Brando, ela disse: "Lamento não tê-lo conhecido melhor. Foi ótimo, tivemos os melhores momentos, mas eu estava tentando fazer o meu casamento [com Sonny] dar certo." Sobre Elvis, ela disse: "Ele me ligou e queria que eu passasse um fim de semana com ele, mas eu estava muito nervosa. Eu estava prestes a ir, mas pensei: 'Não, eu não quero' e depois me arrependi."[315][316] Durante essa época, ela também se relacionou com o baixista da banda Kiss, Gene Simmons.[317]
Ao longo das décadas de 1980 e 1990, Cher esteve envolvida em sucessivas relações com homens mais jovens, incluindo o guitarrista Les Dudek,[318] os atores Val Kilmer,[318] Eric Stoltz,[268] Tom Cruise[319] e Ray Liotta,[320] o produtor cinematográfico Josh Donnen,[321] e Rob Camilletti, um padeiro 18 anos mais novo com quem ela viveu por três anos. Camilletti foi apelidado de "Bagel Boy" ("garoto das rosquinhas", em tradução livre) pela imprensa, e gerou repercussão ao destruir as câmeras de alguns paparazzi que cercavam a casa de Cher em 1989. Eles se separaram pouco tempo depois.[322] Cher se referiu a ele como "o amor de sua vida" e afirmou que eles "continuam bons amigos".